Estudos nacionais e internacionais apontam que, no que diz respeito à prevenção de doenças, as mulheres estão à frente dos homens. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, os homens apresentam uma alimentação menos saudável, com maior consumo de gorduras e menor ingestão de verduras, além de terem índices mais elevados de uso de álcool e tabaco.
No Brasil, a expectativa de vida das mulheres supera a dos homens em aproximadamente sete anos, uma disparidade que suscita debates sobre as diferentes abordagens de gênero em relação à saúde e prevenção.
Embora a valorização da saúde seja comum a ambos, os métodos e prioridades adotados entre eles divergem significativamente. Os homens tendem a focar em atividades físicas de natureza competitiva, enquanto as mulheres optam por práticas mais sociais e coletivas.
Os riscos à saúde também podem variar, com os homens enfrentando maior risco de doenças cardíacas e as mulheres enfrentando desafios relacionados à saúde reprodutiva.
São essas diferenças comportamentais, portanto, que impactam na expectativa de vida e nos índices de mortalidade entre os sexos.